sábado, 18 de novembro de 2017

Olá, pessoal! 
Com vocês: Valdeci Santana


Blog: Qual a sua maior alegria e a maior dificuldade no mundo literário?
Valdeci: A maior alegria é, sem dúvida, poder viajar e, mais do que isso, proporcionar viagem através das palavras. Sem contar, o orgulho de poder fecundar, dar luz a uma reflexão ou filosofia. A maior dificuldade é, obviamente, o desinteresse pela literatura, por parte da população e, o interesse do Estado em mantê-los assim.

Blog: Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração para suas histórias?
Valdeci: Gosto de escrever sobre acontecimentos verídicos. Utilizo fatos reais como pano de fundo para as reflexões e analogias que proponho. A inspiração, pelo menos comigo, fosse às projeções que muitas vezes se pinta. Nasce, mesmo em momentos conflitantes, no trânsito, um diálogo paralelo na fila de um banco. Creio que inspiração é sucessão. É você está em atividade frequente em algo. Seu cérebro vai apontando novas vertentes.

Blog: Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
Valdeci: Na verdade, sempre escrevi. Mesmo sem saber o que de fato colocava no papel rsrsrsr! Quando finalmente descobri onde realmente se encaixava os textos que eu produzia, decidi me embrenhar de vez na carreira literária.

Blog: Como se vê daqui a 10/15 anos?
Valdeci: Honestamente, esta seja, talvez, a pergunta mais difícil de todas. Simplesmente porque, consigo visualizar, projetar os próximos 10/ 15 anos de meus filhos, por exemplo, mas, nunca me introduzi neste cenário. Creio que ficarei um pouco mais ranzinza rsrsrsr! Mais calejado na carreira de escritor, coisa do tipo. Mas, tudo é processo, e processo tem que ser natural.

Blog: Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Valdeci: Ainda acredito muito no boca a boca. Eu, por exemplo, quando leio um livro bacana, indico-o pelo menos a outros 5 amigos que, certamente, passarão à frente e alimentarão esta corrente. Mas, a internet é hoje o melhor cartaz para se expor qualquer trabalho. Blogs que possuem espaços como este, que faz esta aproximação de escritor/ leitor, alimenta muito esta divulgação.

Blog: Uma frase que te define?
Valdeci: O pior pecado é passar por esta terra sem plantar nada.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Valdeci: Entristece quando ouço que brasileiro não lê. Na verdade, conheço mais gente que não passa um dia sem ler, do que quem ignora livros. O grande problema é que somente é divulgado o lado negativo, como tudo em nosso país. Se ficarmos repetindo a uma criança que o mundo ao seu redor não dá a mínima importância para a leitura, ela certamente pensará: “Por que eu seria diferente?” Ninguém quer ser um estranho no ninho. Então, temos que disseminarmos as boas práticas, para contagiar pelo lado positivo.

Blog: O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Valdeci: Basicamente incentivo. Por parte do governo e, principalmente nos lares. Tem que se abolir a patética argumentação de que “Não tenho tempo para ler”. Ora! Tempo é prioridade, então, se você diz que não tem tempo para ler, esta afirmando que esta atividade não é fundamental em sua vida. Ou seja. Está apertando um gatilho contra sua própria têmpora.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Valdeci: Só tenho a agradecer meus leitores, que procuram por meus trabalhos, que comparecem em peso aos meus lançamentos, que seguem meus artigos. Meu muito obrigado. E, a você que não conhece meu trabalho; procurem nas plataformas da internet, como clube dos autores, livraria virtual, editora multifoco e outros tantos pontos. Com os títulos: As Palavras e o homem de Bigode quadrado –Romance sobre segunda guerra mundial – Dia vermelho –Romance sobre a vida das mulheres no Afeganistão- A Prima Rosa –Romance que se passa no Brasil século 19. Obrigado a todos.


Facebook do Valdeci: Clique aqui
Clube de Autores: Clique aqui
Livraria virtual: Clique aqui e aqui
Editora multifoco: Clique aqui

domingo, 12 de novembro de 2017


Internautas leitores do meu Brasil... 
Venho apresentar para vocês: 
Marcelo Pereira de Almeida 
Jornalista e Escritor de São Paulo.



Vamos lá!

Blog: Como começou o seu envolvimento com a escrita?
Marcelo: Meu envolvimento com a escrita começou desde cedo. Eu sempre gostei de escrever desde pequeno. Vivia vidrado nos gecês de final de novela, inclusive foi assim que aprendi minhas primeiras palavras. Depois disso, já na adolescência comecei a escrever poemas, primeiro para as paqueras da escola e depois como memórias. Quinze anos depois, quando sai do meu último emprego fui incentivado pela mãe de um grande amigo a investir na escrita. Comecei a fazer pequenos contos e com a aceitação do público fui aumentando até publicar meu primeiro livro. 

Blog: Quando publicou seu primeiro livro?
Marcelo: Publiquei minha primeira obra em dezembro de 2016, foi totalmente diferente do que pensei, achei que fosse um bicho de 7 cabeças mas não foi. Tive total apoio da editora então foi um processo tranquilo.



Blog: Em que turno do dia você prefere escrever? Usa computador ou escreve a mão?
Marcelo: Como todo boêmio que se preze, prefiro escrever de madrugada. Geralmente as ideias estão mais frescas e consigo me concentrar mais. Com a tecnologia hoje eu escrevo 100% digitalmente, são poucas coisas que escrevo a mão, mas no início calejei muito escrevendo páginas e páginas de coisas.

Blog: Alguma história que escreveu é baseada em história real? Fez algum tipo de pesquisa durante a escrita do livro?
Marcelo: Todas as minhas histórias são baseadas em histórias reais. Tudo de acordo com as experiências que vivi e de pessoas próximas. Os contos de ciúme e morte que conto no segundo livro realmente aconteceram em alguns cantos do nosso país. Já vivemos uma ilusão alienada demais por isso escrevo o mais próximo da verdade possível.

Blog: Como faz para divulgar seus livros? Qual a melhor forma?
Marcelo: Acho que hoje as redes sociais são a melhor forma de divulgação de qualquer coisa que você vá fazer. Ter um público fiel ajuda a divulgar e principalmente faz com que as pessoas apareçam no seu evento. Minha divulgação foi bem eficaz e obtive muito sucesso, graças a Deus, nos meus dois lançamentos.

Blog: Uma frase que te define?
Marcelo: Vá e vença! Que por vencido não os conheça. (Frase usada pelo BOPE Carioca.



Blog: Como vê a literatura brasileira?
Marcelo: Vejo a literatura brasileira se fortalecendo. Em contra partida vejo leitores muito reféns da cultura estrangeira. Temos muitos autores bons, mas que precisam de uma oportunidade de nossos consumidores. Não adianta admirar o Harry Potter e desconhecer o Saci Pererê e a Mula sem cabeça.

Blog: O que é necessário para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Marcelo: Certamente é a divulgação. Ficamos reféns de 2 bienais e uma FLIP em datas muito espaçadas. Precisamos de mais feiras, investimento e que os autores deixem de ter medo. O medo é o principal bloqueador de qualquer ascensão. Quando nossas feiras forem melhor divulgadas e as pessoas comparecem certamente nossa evidência será maior.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Marcelo: O melhor recado que posso deixar é que vocês acreditem nos seus objetivos e não deixem que quaisquer opiniões tirem o seu foco. Faça o que gosta por amor, a retribuição será sempre certa!


Facebook do Marcelo - Clique aqui.
Os livros são vendidos no site da editora Autografia, aqui

sábado, 11 de novembro de 2017


Olá, pessoal!!! Com vocês: Marcelo Morales - 
Compositor e escritor que atua no ramo da 
música instrumental e erudita!



Vamos a entrevista!

Blog: De onde surgi motivação para escrever seus livros? E como surge suas idéias para formação da história?
Marcelo: Surgi na adolescência, tinha vontade de escrever, e escrever livros, mas não sabia exatamente o que. As emoções diárias, e a minha vontade de opinar, é o que faz surgir as histórias.

Blog: Quando você percebeu seu dom para escrever? E seu dom para a música?
Marcelo: Desde criança fui estimulado a ler e a tocar, tive vários instrumentos de brinquedo, e muitos livros infantis. Quando estava no primeiro ano do Ensino Médio, ganhei o concurso de Contos da Escola Ivani Maria Paes, de Barueri, promovido pelo Mestre Egydio da Costa.

Blog: Quando publicou seu primeiro livro? Qual o título dele?
Marcelo: O primeiro livro publicado foi Poesias de Marcelo Torca, publicado pelo Clube de Autores em 25 de dezembro de 2011 (link para compra do livro, clique aqui)


Blog: Além do seu nome, você também usa pseudônimos. Marcelo Torca, Nhô Celo, Morales, Mamo Cato. Como foi feita a escolha desses nomes e por que usar pseudônimo?
Marcelo: Uso pseudônimo por causa de Fernando Pessoa. Quando o descobri nas aulas de português, no primeiro ano do Ensino Médio, gostei muito dessa ideia. O Nho Celo era a minha avó Maria José Nogueira Morales que me chamava, Mamo Cato é uma abreviação do meu nome, Morales devido a identificação latino-americana, e Marcelo Torca, foi uma tentativa de esconder o meu sobrenome.

Blog: Em que turno do dia prefere escrever? Escreve a mão ou usa computador?
Marcelo: Quanto eu tenho tempo, um pouco de manhã, à tarde e à noite. A maioria das vezes uso o computador.


Blog: Quais os projetos para o futuro?
Marcelo: Escrever uma ópera. Já tenho o texto, os passos seguintes são: criar a melodia para os textos e depois orquestrar.

Blog: Qual sua maior dificuldade como escritor? E como músico?
Marcelo: A maior dificuldade é encontrar o lugar certo para me desenvolver como tal. Mas hoje, posso dizer que já encontrei.

Blog: Uma frase que te define:
Marcelo: A música e a literatura transformas a alma humana.

Blog: Qual a sua fonte de inspiração?
Marcelo: A vida ao meu redor, a vontade de opinar sobre tudo.

Blog: Se você pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Marcelo: Viagens no tempo são arriscadas, pode-se achar necessário mudar algo, mas se isso acontecer, a aprendizagem acontecida, perderá, e o mais importante é o aprender em cada situação, hora ganhamos, hora perdemos, o que vale é o conjunto da obra ser positivo.


Blog: Como você divulga o seu trabalho?
Marcelo: Clube de Autores, CD Baby, que divulgam para o mundo todo. Também tem as redes sociais, o meu portal oficial, Free Scores, Musica Neo. No portal oficial (clique aqui), sou procurado pelas escolas e alunos.

Blog: Onde comprar seus livros?
Marcelo: Pelo Clube de Autores, clicando aqui.

Blog: Deixe um recado para o seu público e seguidores do blog:
Marcelo: Agradeço a todos que apreciarem de alguma forma a minha obra, como artista e como professor. E espero estar junto para construir uma sociedade mais fraterna e humana. Agradeço a Gabriella Gasparoni pelo espaço, pela oportunidade de expressar algo, espero te ver no FIMT 2018, que acontece na primeira sexta de julho. O próximo acontecerá em 6 de julho de 2018.  


Vou deixar aqui os links do Marcelo Morales:
Livros no Clube de Autores: Clique aqui
Portal oficial: Clique aqui
Canal no Youtube: Clique aqui 
CD Baby: Clique aqui
Informações sobre o FIMT 2018, clique aqui e aqui

sábado, 4 de novembro de 2017

Olá, leitores de todo o Brasil!!! 
A entrevista de hoje é com Marconi Santos!
Encantem-se!!!





Blog: Qual a sua maior alegria e a maior dificuldade no mundo literário?
Marconi: Minha maior alegria, é saber que a fonte de inspiração nunca acaba, o que faz com que tenhamos sempre uma história nova para saborear e uma infinidade de talentos que surgem a cada dia. Porém, é uma pena que poucos tenham a oportunidade e a perseverança para seguir em frente e ocupar um lugar ao sol, já que o sistema utilizado pelas editoras, às vezes, desanima.

Blog: Como descobriu seu gosto pela leitura?
Marconi: À princípio, a leitura era apenas uma fuga das dificuldades em me socializar, já que fui uma criança muito tímida, mas, com o tempo, percebi que já não lia mais para fugir e sim, pelo prazer de me deixar envolver em uma nova aventura.

Blog: Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração para suas histórias?
Marconi: Na verdade, eu não tenho uma linha específica pela qual eu sigo. As histórias surgem e dou asas. Por exemplo: Em "O Último Discípulo de Tawan" rolou uma aventura envolvendo corrupção, política, assassinatos, etc., já em "Aparições e Mineirices do Isidoro" o cenário é outro, um romance regional épico, divertido, que traz uma linguagem típica mineira, o que foi seguido pelo romance "Procissão dos Mortos. "Entre Anjos e Ratos", meu mais novo trabalho, além de ser escrito na primeira pessoa, se baseia no drama de um portador de Alzheimer e sua visão do mundo. Então, não há um segmento específico. A inspiração em cada trabalho varia de acordo com o momento de cada um. Pode partir de uma frase que ouço, um gesto, uma situação, ou seja, apesar de não saber o que vou escrever, praticamente tudo, me serve de inspiração.

Blog: Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
Marconi: Não. Sempre gostei de escrever, mas nunca havia passado por minha cabeça seguir uma carreira de escritor, tanto é, que "O Último Discípulo de Tawan" passou quinze anos numa gaveta e só em 2013, resolvi mostrá-lo.


Blog: Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Marconi: Tive uma experiencia com uma editora, da qual não fui muito feliz. Hoje sou independente e uso as redes sociais para fazer a divulgação. Para o autor desconhecido, a melhor forma, além das redes sociais, são os concursos espalhados pelo país.

Blog: Uma frase que te define?
Marconi: Uma frase que me define... Um cara que adora contar histórias!

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Marconi: O Brasil é um país rico em sua cultura, porém, as linhas editoriais ainda seguem um padrão estrangeiro para publicação, e isso, acaba descartando uma grande parcela  de autores de muita competência do mercado literário.


Blog: O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Marconi: Acredito que é preciso um trabalho maior de incentivo por parte das escolas, despertando assim, o interesse pela leitura, além do apoio dos órgãos públicos e grandes empresas, na criação de feiras e bibliotecas abertas.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Marconi: A todos os leitores e seguidores do blog, agradeço de coração e espero poder compartilhar ainda, muitas histórias.


Pessoal, vou deixar aqui os links dos livros do Marconi Santos.
Não esqueçam de deixar seu comentário e compartilhar com os amigos!!!

Clube de autores: Marconi Santos 
Amazon: clique aqui

domingo, 29 de outubro de 2017

Olá, pessoal!!! A entrevista de hoje é com Ana Laura Marins, 
uma escritora mega encantadora. 

Vamos lá? Não esqueça de deixar seu comentário e 
compartilhar com os amigos!!!



1. Qual a sua maior alegria e a maior dificuldade no mundo literário?
Ana Laura: Minha maior alegria é ter a oportunidade de compartilhar com outras pessoas minhas histórias e ideias, saber que elas podem contribuir para abrir as portas da literatura a alguém. Acho que a maior dificuldade é a luta diária que todo escritor, acredito eu, enfrenta. De divulgar, prender a atenção do público e criar interesse nas pessoas, não só para meus livros, mas para o mundo literário em si.

2. Como descobriu seu gosto pela leitura?
Ana Laura: Sempre tive muito incentivo em casa, meus pais compravam livros, me levavam à feiras, liam histórias antes de eu dormir... Os livros foram meus primeiros amigos, e amigo de infância a gente nunca esquece, não é? Hahahaha. Os livros sempre estiveram muito presentes na minha vida, acho que esse amor se moldou aos poucos até desabrochar totalmente mais tarde.

3. Além da escrita, você também tem uma paixão por piano e dança? Fale sobre isso.
Ana Laura: Sim! São minhas outras paixões. Toco piano desde os quatro anos, e iniciada no mundo da dança pelo balé, já fiz inúmeras outras aulas, como jazz, hip-hop, sapateado e ginástica rítmica. A música foge um pouco da realidade, dançar, me expressar sem palavras. Acho que essas duas outras atividades me permitem ser ainda melhor como escritora, uma complementa a outra, e não vivo sem elas de jeito nenhum!

4. Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração para suas histórias?
Ana Laura: Adoro escrever fantasia, é meu gênero preferido de literatura  Como sempre fui muito imaginativa e sonhadora, criar mundos novos e diferentes é como um refúgio. Mas, além disso, amo escrever crônicas, escrever sobre o que eu sinto, como eu vejo o mundo. Acho inspiração em cada cantinho desse mundo gigante, do meu círculo de amizades, experiências. A vida é minha grande inspiração.

5. Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
Ana Laura: Confesso que, no início, não pensava muito nisso. Comecei a escrever pequenos contos aos dez anos, que vinham a minha cabeça e que eu sentia precisarem ser escritos. Depois, simplesmente não consegui mais parar! Faz parte de mim, é o que me faz sentir viva. Agora, tenho certeza que quero seguir essa carreira.

6. Como se vê daqui a 10/15 anos?
Ana Laura: Espero estar feliz acima de tudo, independente do que estiver fazendo. Em tantos anos, muitas coisas podem acontecer e virar a vida de cabeça para baixo, mas espero continuar sonhando e escrevendo muito, é claro! Não poderia imaginar um futuro melhor que esse.

7. Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Ana Laura: Divulgo bastante nas minhas redes sociais, principalmente no Instagram, que é o meu favorito. Gosto de estar sempre ativa na internet, participar de feiras literárias, grupos de escritores no Facebook... Não existe uma fórmula, é difícil divulgar, mas acho que o essencial é saber seu público alvo, conhecer pessoas do ramo e usar a internet ao seu favor. Isso ajuda muito!


8. Uma frase que te define?
Ana Laura: Sou uma pessoa de fases, cada momento, uma me define melhor. Acho que nesse período a que melhor me define é: “Gosto do impossível, porque lá a concorrência é menor.” – Walt Disney

9. Como vê a literatura no Brasil?
Ana Laura: Vejo como em desenvolvimento. Ainda temos muito o que melhorar, os livros continuam inacessíveis a muitas pessoas e o incentivo, não só nas escolas, mas dentro de casa, está muito em falta. Temos muitos autores nacionais excelentes, e mais um problema é a busca por autores internacionais, unicamente, pelos leitores brasileiros. Temos que começar a conhecer os escritores da nossa casa antes.

10. O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Ana Laura: Incentivo dentro de casa, principalmente e acima de tudo. Eu tive a sorte de cair em uma família que valoriza muito a literatura, e eu acredito que isso é essencial na formação de leitores: o exemplo do família. Assim, as crianças já crescem dando valor aos livros.

11. Lançou o livro de forma independente por editora? Como comprar o livro?
Ana Laura: Lancei meu primeiro livro de forma independente, aos onze anos. Ele está disponível no meu blog: Meu faz de conta

12. Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Ana Laura: Queria agradecer a cada um pelo carinho, meus amores! Pela troca de experiências, por me seguirem na minha vida cheia de loucuras e por permitirem que minhas histórias se eternizem. Eu adoro vocês, nunca esqueçam de acreditar nos seus sonhos e, principalmente, em vocês mesmos! Um beijo!


Email da autora: contato@meufazdeconta.com.br

sexta-feira, 6 de outubro de 2017


Olá, pessoal! A entrevista de hoje é
com o poeta Júlio Cesar Mauro (livro Evoé)


Júlio Cesar nasceu em Paranaguá PR e mora há um ano em Jundiaí SP.


Blog: Qual a sua maior alegria e a maior dificuldade no mundo literário?
J.C.M.: A minha maior alegria foi ver as palavras impressas dos meus poemas, quando da publicação do "Evoé". Me deu o prazer de um sonho realizado e a sensação de dever cumprido... A maior dificuldade, que, não só eu, mas de todos os escritores que militam no mundo da literatura, é o pouco incentivo e a menor divulgação pela "mass midia" de seus trabalhos.

Blog: Como descobriu seu gosto pela leitura?
J.C.M.: Eu sou leitor desde sempre! Logo que me alfabetizei... Sempre tive gosto pela leitura... Leio de tudo! Desde bulas de remédio até livros técnicos.... Lembro-me quando ainda menino minha mãe me mandava ir no açougue comprar carne (tão rara em nossa mesa!)e o açougueiro embrulhava o nosso almoço em papel de jornal, quando chegava em casa eu desembrulhava e lia avidamente as notícias e tudo o que caía em minhas mãos!

Blog: Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração?
J.C.M.: Comecei a escrever meio que por acaso, aos dezesseis, dezessete anos, quando escrevi cartas para meus irmãos e amigos distantes. A inspiração é como uma lufada de vento... De onde ela vem não faço a menor ideia... Só sei que já acordo feliz e disposto. As palavras me perseguem, sou um sujeito de ótimo astral... Já acordo cantando, e os versos muitas vezes veem prontos em minha cabeça, daí é só transcrever para o papel...

Blog: Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
J.C.M.: Sim... Confesso que já tinha essa ambição!

BLOG: Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
J.C.M.: Eu simplesmente divulgo nas redes sociais (Facebook, Instagram, etc)

BLOG: Como foi feita a seleção dos poemas para o livro?
J.C.M.: Procurei escolher os poemas com temas diferentes... Acredito que a originalidade de cada escrito se dá quando ele escreve sobre temas diversos... Assim, o "Evoé" contém elegias à minha mãe, casos contados como o poema "O corvo" e até poema com uma conotação erótica...

BLOG: Uma frase que te define?
J.C.M.: "Eu sou o Senhor do meu Castelo e a ponte levadiça sempre estará abaixada para aqueles que quiserem o meu Reino visitar...!"

BLOG: Como vê a literatura no Brasil?
J.C.M.: Infelizmente é ainda pouco divulgada, pois somos um país de alfabetizados funcionais e cidadãos semi-letrados por culpa de uma política educacional perversa, sinistra e pra lá de mafiosa.

BLOG: O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
J.C.M.: Deveria começar a ser mais difundida. Infelizmente um livro no Brasil custa caro e ainda é considerado um artigo de luxo, mas sou otimista! Esse panorama deve mudar se cada um (Pais, professores, alunos, governo) fizer a sua parte.

BLOG: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog.
J.C.M.: Que acreditem em seus sonhos, por mais quiméricos possam parecer... Sonhem sempre! Sempre sonhei em me tornar um escritor. Levei 57 anos para ver meu sonho realizado e consegui! Sonhar não custa nada e nunca é em vão! Um abraço!


Para mais informações sobre o livro Evoé, entre em contato com o Julio Cesar Mauro pelo facebook, clicando aqui
Email: julio.mauro@hotmail.com
Whatsapp: (11)97029-1935

sábado, 30 de setembro de 2017

Olá, pessoal !!! Internautas do meu Brasil! 
A entrevista de hoje é com a Raffaella Ossani, 
autora do livro “Cínthia”.



Quando percebeu que seu destino era ser escritora? Eu não sei dizer. Mas um momento crucial foi quando eu estava na terceira série. Minha professora leu uma redação minha e parece que ela adivinhou o meu futuro ela falou que eu daria uma ótima escritora.

Exerce alguma outra profissão, além de escritora? 
Administro uma loja de roupas alternativas online.

Tem algum tipo de ritual antes de começar a escrever?
Na verdade não. Eu sento e começo e parece que eu me torno o personagem e as palavras vêm sozinhas.

Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
É o mesmo que todos os autores dariam: escrevam! (e também leiam).

Como vê a literatura no Brasil?
Como avançando. Temos grandes autores nacionais como, por exemplo, o André Vianco e Cláudia Lemes que estão cada vez mais abrindo a porta para autores iniciantes nacionais e que fazem com que as pessoas leiam mais literatura nacional e as editoras prestem mais atenção em literatura nacional.

O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
A literatura nacional já tem ótimos autores, talvez precise de mais leitores, que nesse país com influência tão grande estrangeira acabam desdenhando o que é nacional.

Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Blogs e redes sociais. Acredito que essa hoje em dia seja a melhor forma.

Um escritor está sempre absolutamente consciente do que faz?
No meu caso, sim.

Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
Que eu consegui.

Qual a função social da literatura?
A função social da literatura é abrir a mente. Uma pessoa que lê tem mil pontos de vista diferentes sobre um único assunto. Talvez se todos entendessem o ponto de vista do outro vivêssemos melhor em sociedade.

Literatura como risco ou libertação?
Os dois. É necessário que se corra o risco para ter a liberdade.

Sua família a encorajou a escrever?
Pelo meu livro ter vários pontos com os quais minha família não concorda ninguém nela sabe que eu escrevo, eu sempre escondi.



A internet influencia na carreira do escritor?
Acredito que sim pelo acesso mais fácil a outros autores e livros e facilidade na pesquisa.

Qual o primeiro livro que leu?
O primeiro livro que eu peguei na biblioteca foi “A fazenda blackwood” da Anne Rice na sétima série, o que me fez apaixonar completamente por ela e suas histórias que envolvem seres sobrenaturais e descrições riquíssimas, porém não tenho certeza se foi esse ou “O espetáculo carnívoro” o nono livro da série desventuras em série. Esses foram os primeiros livros “de verdade” que eu li, mas na época que eu fui alfabetizada com 5 ou 6 anos minha vó me ensinou a ler com um livro que chamava “A dona baratinha”.

Já tirou alguma idéia de um sonho? A infância é a mãe do escritor maduro?
Várias partes do “Cínthia” vieram de sonhos.  Com certeza escrever envolve a memória afetiva... a melhor maneira (para quem escreve) de lidar com coisas que vêm da infância e que como adultos levamos conosco.

Uma frase que te define?
Nada me define.

Se pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Não. Porque hoje eu entendo que tudo o que aconteceu, aconteceu para eu estar onde eu estou.

Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Muito obrigada a todos vocês, gostaria de poder dar um abraço em cada um de vocês, vocês são lindos.


*** Para entrar em contato com a escritora pelo facebook (clique aqui)***