sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

"Tudo vale a pena se 
a alma não é pequena"

Com vocês: JANETE CLEA DE JESUS

Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Janete: Tenho dois livros publicados no formato ebook e um deles já está na gráfica para se tornar físico. Acho que o sonho de todo autor é ter seu livro impresso, talvez pela nossa história folheando livros, mas hoje em dia o ebook toma cada dia mais espaço: seja pela facilidade de tê-lo a mão a qualquer momento ou pela facilidade de poder ler livros que não foram publicados no país que você mora.

Blog: Qual seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Janete: Tenha paciência e tente melhorar a sua escrita o máximo possível. Não pense que vai focar rico ou que você é o melhor do que os demais escritores que ainda não tiveram seus livros publicados. Estamos TODOS no mesmo barco e infelizmente quando se publica pensando num público que cada dia menos lê, aqueles leem preferem autores mundialmente famosos com seus best-seller. Assim vá com calma, porque dentro da realidade literária brasileira somos um grão de areia.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Janete: Eu sou professora de literatura e estive em sala de aula no Brasil durante 10 anos. Não é fácil convencer a um jovem a importância da leitura, muito menos o quão prazeroso é a leitura. O brasileiro em si não dá valor a leitura! Confesso que fico muito impressionada quando vejo algum jovem com um livro na mão e desde que passei a postar no wattpad, conheci tantos jovens com uma criatividade incrível escrevendo, que voltei a acreditar que o mundo literário brasileiro não está perdido!



Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Janete: Na literatura nacional ou mundial quem dá valor são as pessoas que fazem uso. Assim que precisamos estimular as crianças, desde a família chegando na escola. Uma criança que tem prazer em escutar um conto de fadas, certamente, vai gostar de ler. E com relação a literatura nacional, não consigo visualizar uma maneira de fazer alguém acreditar que a literatura nacional é tão boa quanto a literatura mundial. Pensando que ao invés de literatura fosse perfume, o que as pessoas preferem comprar um perfume importado ou um nacional? E por que? Pelo marketing ou pela crença de que algo de fora é melhor do que o que temos no nosso país.... vai entender! Realmente não tenho resposta para sua pergunta, infelizmente.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Janete:  Infelizmente, não tenho como fazer parceria com blogs que pedem livro para resenha ou pagamento para o mesmo. Não sou contra que peçam, é um trabalho como qualquer outro. Também não tenho uma legião de amigos que fazem parte desse meio literário. Assim que dificilmente se verá alguma resenha de um livro meu em blogs ou grupos de facebook, conto é com os meus leitores que talvez indiquem minhas histórias a seus amigos. Não tenho como fazer certas parcerias, infelizmente. Tudo é trabalhoso e algumas vezes perco o tesão em divulgar, porque parece que não vai dar em nada, mas paro e penso que talvez sim, que tudo é uma questão de sorte ou de destino. Vai que no meu destino esteja algo bem interessante para essa minha carreira de escritora? Ou que eu tenha uma puta de uma sorte e de repente algo aconteça e meus livros ganhem visualidade. Assim que sigo divulgando dessa maneira como contei. Confesso que se eu pudesse apenas escrever sem me envolver com esses detalhes importante, de divulgação, eu ficaria mais feliz. 

Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Janete: De maneira alguma, aliás nem sei se estou seguindo uma carreira realmente. Amo escrever, amo receber os comentários sobre as minhas histórias, mas não me vejo vivendo da escrita. Não que eu não queira, é questão de ter os pés no chão. Hoje quero apenas conseguir publicar todos os meus romances eróticos (são 8: A outra, A esposa, Theodora, Tula, Tereza, Tatiana, Tânia e Tália) e começar um novo projeto infanto-juvenil que tenho na cabeça. Se no futuro eu tiver algum indicio de que não vou me estressar, como às vezes me estresse, nesse meio... que vou ter apenas que ficar escrevendo, que é o que realmente amo fazer, talvez siga com essa "carreira".

Blog: Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
Janete: Desfrutei tanto de tantas histórias, que tantas dessas histórias me fizeram companhia e hoje, são meus livros que fazem companhia as minhas leitoras e que sentem tanto prazer quanto eu ao ler esses textos. Realmente, é gratificante sentir, viver essas emoções.

Blog: Qual a função social da literatura?
Janete: Acho que o primordial é ajudar o leitor a ter um pensamento crítico diante de qualquer situação, entender o que o texto não fala, mas está lá e, principalmente, que cada texto é um reflexo de uma sociedade, de uma época e de uma filosofia.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Janete: Demais! Eu estou engatinhando nesse meio, mas o pouco que consegui até hoje devo a internet. Se não fosse ela, eu teria minhas histórias todas engavetadas, tendo apenas minhas amigas como leitoras.

Blog: Uma frase que te define?
Janete: "Tudo vale a pena se a alma não é pequena" (Fernando Pessoa), essa frase é o meu lema de vida.

Blog: Se pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Janete: Na minha "carreira" como escritora? Nada! Está acontecendo no tempo certo. Agora se for na minha vida como um todo, voltaria no tempo e me daria uns bons tapas na cara e diria "pode parar com essa palhaçada"! Perdi muito tempo fazendo drama ou deixando de viver mais intensamente por nada. Hoje vejo que não era nada.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Janete: Muito obrigada mesmo pelo carinho e pelo incentivo. Vocês fizeram muita diferença para mim.


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domingo, 31 de dezembro de 2017


Entrevista com 
Raquel Rasinhas do Nascimento (R. Ras)
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Raquel: Já publiquei em físico e online (Wattpad e Amazon). A minha experiência com editora não foi das melhores, na verdade foi um pesadelo, mas serviu para que eu aprendesse muito sobre o mundo literário como um negócio e não apenas como um sonho. O bom da publicação online, principalmente pelo wattpad, é ter o contato direto com seu leitor e o feedback instantâneo do que ele está achando do seu livro, mas o grande problema que ainda temos é a pirataria nesse meio.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Raquel: Primeiro de tudo saiba se está preparado para o que está por vir. Você vai ouvir elogios e também críticas, muitas delas construtivas e outras unicamente para tentar te derrubar e desmotivas, saiba lidar com todas e absorver apenas aquilo que vai te ajudar a crescer como escritor. Segundo estude muito, muito mesmo, o tempo todo. Tanto para o seu livro quanto para conhecimento pessoal ou para escrever melhor, estude sempre.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Raquel: Infelizmente ainda somos um dos países que menos lê no mundo, o que é uma pena. Muitos vão dizer que a culpa é dos livros serem muito caros ou não acesso a isso ou aquilo, mas eu acredito que vem de casa. Se você não ensinar seus filhos, sobrinhos, netos, o que for, a amarem a literatura eles nunca vão criar um real interesse em pegar um livro por conta própria e começar. Existem exceções, mas são raras.


Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Raquel: Primeiro não apontar o dedo para o outro. Vejo muitos autores criticando, julgando e mal falando outros autores nas redes sociais. Para que? Somos todos colegas de profissão, somos todos pessoas que amam a literatura então não entendo esses autores que brigam e quarem passar por cima dos outros se achando melhores, essa atitude só mostra que não podemos ser levados a sério, já que não sabemos como coexistir e crescer juntos.
Para a nossa literatura ser mais valorizada temos de nos valorizar, como profissionais e como pessoas.


Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Raquel: Divulgo nas redes sociais, crio banners diferentes que chamem a atenção do leitor e agucem a curiosidade dele. E claro o famoso e infalível boca a boca. Ter meu livro indicado de leitor para leitor é a propaganda mais efetiva que já tive e tudo o que fiz foi escrever algo que eu amo com qualidade para que os leitores ficassem felizes.

Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Raquel: Comecei por diversão, queria me desafiar a escrever algo que eu queria muito ler, mas não achava em lugar nenhum. Assim nasceu meu primeiro livro. Na época eu nunca pensei em seguir carreira, fazia faculdade e estava focada em trabalhar na minha área, mas o amor pelas palavras foi crescendo e eu perdi o controle dele kkkk.

Blog: Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
Raquel: Eu escrevi isso. Eu fiz esse livro do zero e agora ele está completo.


Blog: Qual a função social da literatura?
Raquel: A literatura não tem uma função social. A literatura é a literatura, dar uma responsabilidades dessas a algo que deve ser divertido demanda que nós autores temos a obrigação de escrever sobre determinados temas e não sobre algo que amamos. Um exemplo, se eu pensar que tenho de colocar no meu livro de fantasia um assunto pesado e polêmico, explicar que isso é errado e como realmente devemos tratar determinado assunto, se eu não for muito bom escrevendo vou perder completamente o gênero do meu livro, que é de fantasia.
Devemos falar desses assuntos polêmicos e socialmente corretos? Não vejo problema nenhum nisso, mas não podemos jogar nas costas da literatura uma responsabilidade social que não cabe a ela ensinar ou explicar.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Raquel: Acredito que dependa muito do escritor. Conheço vários autores que não postar na internet seus originais, mas os enviam para editoras da maneira tradicional em busca de uma chance. A internet ajuda muito a sermos lidos e alcançar pessoas do mundo inteiro, é uma tremenda ajuda, mas nem todos os autores pensam assim.

Blog: Uma frase que te define?
Raquel: Menina sorriso kkk

Blog: Se pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Raquel: Absolutamente nada. Tudo o que passei de bom e de ruim serviu para que crescesse e me tornasse quem sou.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Raquel: Não mandem cartas com ameaças de morte para o seu autor favorito se ele matar o personagem que você ama kkkkkk (brincadeira)
Aos meus leitores eu só tenho a agradecer todo o carinho, apoio e puxões que me dão, se não fossem por vocês eu nunca estaria onde estou agora, obrigada.
Para você que segue o blog e está lendo essa entrevista... Obrigada! Obrigada por amarem a literatura, obrigada por apoiarem os autores nacionais e muito obrigada por existirem ^^


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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

"A leitura abre as janelas do entendimento e desperta do sono a sabedoria"(Rafael Mendes de Oliveira)

ENTREVISTA COM GABRIEL ZANATA
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens?
Gabriel: Publiquei meus livros nos dois formatos, físico e online. O formato online tem mais saída e preferência pelos leitores. A vantagem do livro físico é conhecer seu leitor pessoalmente e a desvantagem é poder atender a todos de uma vez. Online tem a vantagem de divulgação e poder atender vários lugares e estados. A desvantagem é não conhecer seu público pessoalmente.

Blog: Qual o seu conselho para a pessoas que querem lançar um livro?
Gabriel: Meu conselho é seguir sempre em frente sem desistir, vão surgir barreiras e comentários desanimadores, até condições, mas nunca desista daquilo que te dê prazer.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Gabriel: A literatura no Brasil ainda tem chance, está melhorando, tem mais pessoas lendo e escrevendo, mas as editoras e livrarias deveriam maneirar um pouco nos valores, assim ganha mais público.

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Gabriel: Acho que para valorizar mais o que é nosso devemos ter mais acesso - tanto na mídia como em nós mesmos - temos uma cultura péssima de achar que o que vem de fora vale mais do que o nosso. Temos ótimos escritores de níveis incríveis que deveriam ser valorizados tanto pela mídia como leitores. Dê uma chance, que algo muito interessante vai aparecer. E nada de americanizar nomes brasileiros - José não é Joseph e Paulo não é Paul.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Gabriel: Isso é algo que eu tenho dificuldade... tanto no jornal de minha cidade, blogs, meu perfil, amigos, onde tem gente tô divulgando. A melhor forma é ir atrás rs.
Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Gabriel: Comecei em 2012 com a ideia de por no papel as estórias e contos que surgiram em minha cabeça, e agora me interesso mais em fazer as pessoas lerem, não me interesso em ficar rico, mas se der para viver fazendo o que gosto é o que me importa.

Blog: Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
Gabriel: Dizer que tenho livros divulgados e textos lidos, nem que o texto tenha somente uma visualização.

Blog: Qual a função social da literatura?
Gabriel: A literatura é um instrumento que faz todo mundo abrir a cabeça e ver as coisas como elas realmente são, sua parte social é educar e armar a pessoa com sua própria opinião.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Gabriel: Com certeza. Nos ajuda a conhecer outros autores, leitores, acompanhar o dia a dia do mundo inteiro, nos proporcionando novas idéias.
  
Blog: Uma frase que te define:
Gabriel: O importante é ser feliz e nada mais (Raul Seixas)

Blog: Se pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Gabriel: Não mudaria nada, eu faria tudo novamente com os mesmos erros e acertos.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Gabriel: A leitura é algo mágico, te liberta das armadilhas e abre as portas para um novo mundo. Leia e divulgue. Melhor do que ler é conhecer alguém para compartilhar. Obrigado a todos.

Contato/links do escritor Gabriel Zanata:
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

A Persistência da Memória,
de Luiz Otávio Oliani
"O tempo não existe em ampulhetas, bússolas, astrolábios, relógios.  O que existe somos nós diante da vida que nos é finda"

Oliani é um verdadeiro artista das palavras. A persistência da memória é seu oitavo livro e é repleto de sentimento e reflexões... com um estilo próprio, seu livro é um verdadeiro alimento para nossa alma!

Acredito que cada leitor pode se envolver de uma maneira diferente, ao ler o livro, e essa é uma das principais características da poesia: poder despertar sensações diferentes, em momentos diferentes, em cada pessoa.

Uma das características do poeta é a intertextualidade e seus poemas tem uma ligação. O livro é uma homenagem ao quadro mais famoso de Salvador Dalí, que simboliza a preocupação humana com o tempo e a memória.
"(...) Estou pintando quadros que me fazem morrer de alegria, estou criando com absoluta naturalidade, sem a menor preocupação estética, estou fazendo coisas que me inspiram com uma profunda emoção e estou tentando pintá-los com honestidade".  - Salvador Dalí, sobre seus quadros, mas que descreve também a escrita de Luiz Otávio Oliani.
***Livro indicado para todos os amantes da poesia.

Foto do quadro A persistência da memória, de Salvador Dalí.

A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA
A Salvador Dalí
nada nos pertence:
a vida é um empréstimo

Deus não cobra 
juros dividendos
o homem
acerta contas
consigo mesmo

nesse juízo
de altos preços
sobra apenas
o legado
com que se sonha

e, se tudo rui
no desmoronar do corpo,
o que ficará?

nunca canto da casa
o escritório
a biblioteca
o livro de poemas


Entre em contato com o poeta 
por email: oliani528@uol.com.br
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ou facebook, clique aqui 
"Perguntaram o que era amor verdadeiro... respondi que era como um livro novo"! (desconheço a autoria)

Entrevista de hoje - Bibiane Santos
Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Bibiane: Não, comecei por distração, não imaginei que cairia no gosto das leitoras.

Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu? 
Bibiane: Publico das duas formas, as duas tem vantagens, custo se forem independente, você tem que se organizar, para iniciante melhor se começar com ebook.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Bibiane: Pesquise, entenda o mundo literário antes, veja qual seus estilo e público que deseja atingir.
Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Bibiane: Já conseguimos alcançar muitas coisas, mas temos um longo caminho para percorrer antes de vencer todas as barreiras.

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Bibiane: Creio que os próprios autores se unirem, deixar de competição descabida, pois o sol nasce para todos.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Bibiane: Sempre uso uma divulgadora.

Blog: Quando olha para trás sua maior satisfação é poder dizer...
Bibiane: Com minhas histórias quebrei barreiras, falei a linguagem da mulher brasileira.

Blog: Qual a função social da literatura?
Bibiane: Leva conhecimento, fazer viajar, abrir os olhos.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Bibiane: Muito. Consegui meus leitores com ela. Para mim, é uma ferramenta maravilhosa.
Blog: Uma frase que te define?
Bibiane: Desistir não é opção.

Blog: Se pudesse voltar no tempo, mudaria alguma coisa?
Bibiane: Não teria enviado meu livro para algumas pessoas, pois quase desisto por conta delas.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Bibiane: O sol nasce para todos, não desista dos seus sonhos. Tenham empatia, gratidão gera o mundo.

Contatos da escritora:
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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

"(...) Antes de purificar-me preciso ser punida, compreendi. Ao término do que pareciam ser anos, um anjo nu de cabelos loiros cacheados e olhos azuis apareceu. (...) Fechei os olhos e por um momento me senti em paz, caindo em um sono profundo, e a minha estada no inferno veio ao seu fim. Depois de 16 horas de parto eu finalmente nasci."


Livro Cínthiade Raffaella Ossani 

A protagonista foi assassinada e sua alma se encontra no inferno. Ela tem sede de vingança e tenta um acordo com o diabo. Ela quer saber quem foi seu assassino. O diabo pode devolvê-la a vida na terra mas, antes de saber quem foi o seu assassino, ela terá que matar as quatro pessoas que o diabo pediu, para que suas almas voltem para o inferno. Trato fechado. Assim nasceu Cínthia.
"Após ter perdido tudo o que tinha, passei a ver a vida por o que ela realmente era: uma brincadeira. E a minha vinha com o brinde extra de criaturinhas desprezíveis, porém maleáveis em sua essência, tudo se tratava de maneira certa de negociar. (...)".
Cínthia mostra sinais de distúrbios e instintos assassinos desde a infância e, ao longo de sua história, encontra com 13 seres demoníacos que a acompanhava desde o seu nascimento.
A narração é em primeira pessoa e mostra todos os pensamentos mais íntimos de Cíntia e todo o seu caráter tortuoso. A história  tem suspense, crimes, sedução, demônios e, durante a leitura, não somos capazes de adivinhar a próxima atrocidade que vai acontecer.

#Recomendo

"Bem vindo, meu cretino público... 
bem vindo ao espetáculo do meu circo de horrores", 
Cínthia Von Zuckerman

*Para conhecer mais sobre a escritora desse livro, leia a entrevista dela aqui no blog (clique aqui)
*O livro físico vai ser lançado no início de 2018, pela Livros Prontos Editora (Clique aqui)
*Para entrar em contato com a Raffaella pelo facebook, clique aqui 

sábado, 16 de dezembro de 2017

"O livro nos faz viajar, sonhar com coisas impossíveis, nos transportar para outros mundos e viver situações que talvez nós jamais teríamos coragem  de viver na vida real"

Entrevistada de hoje: Márcia Pimentel





Blog: Qual a sua maior alegria no mundo literário?
Márcia: A maior alegria é ter conhecido pessoas maravilhosas, tanto leitores como autores e blogueiros. E outra alegria é poder ver meus livros sendo lidos por tantas pessoas.

Blog: Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração para suas histórias?
Márcia: Eu não gosto de escrever, eu amo escrever sobre a era medieval na Escócia. Amo falar sobre as Highlands, as batalhas e os highlanders. As inspirações são de livros que li, filmes que vi e também documentários sobre essa época na Escócia. E as minhas histórias, como em muitos autores, aparecem de repente em minha cabeça. Aos poucos, elas vão ganhando vida própria e quando vou ver, tenho toda uma história na cabeça.


Blog: Como surgiu a paixão pela Escócia e pelo período medieval?
Márcia: A minha paixão pelo período medieval vem da época da escola. Eu amava a matéria de História por causa dessa época. Quando íamos estudar fatos da era medieval, era quando eu mais gostava da aula. Eu gostava de saber como era o modo de vida, seus problemas do dia a dia e, principalmente, as batalhas. Eu sou apaixonada pelas batalhas que aconteciam durante a era medieval. Era quando se usava a espada, o arco e punhal. Não gosto quando entramos no período onde tem arma de fogo, como os duelos com armas de fogo, batalhas com canhões. Geralmente as minhas histórias são sempre antes desse período. A minha paixão pela Escócia e pelos highlanders começaram cedo. Com 16 anos eu li o livro O Duque sem Coração, da autora Barbara Cartland e me apaixonei por esse universo dos clãs da Escócia. Depois eu li muitos, vários livros com esse tema.

Blog: Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
Márcia: Eu comecei a escrever como escritora profissional há 7 anos. Eu escrevo poesias, livros de cartas e diários desde os meus 13 anos, mas nunca me imaginei escrevendo um livro, sendo uma escritora. Há 7 anos, comecei a escrever meu primeiro livro, Meu Guerreiro Escocês, e me apaixonei pela história e pela escrita. Desde então não parei mais.


Blog: Como se vê daqui a 10/15 anos?
Márcia: Com certeza eu me vejo sendo ainda uma escritora.

Blog: Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Márcia: A melhor forma é usar as redes sociais. Com certeza é uma ótima ferramenta de divulgação.




Blog: Uma frase que te define?
Márcia: Uma frase que gosto muito é: "Você pode ser feliz ou estar feliz. Eu escolho ser feliz". Não sei de quem é essa frase, mas me identifico muito com ela.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Márcia: Eu vejo a literatura no Brasil com muito otimismo, o que não acontece muito com outros setores. Eu vejo a leitura dos nacionais crescendo, tudo bem que a passos curtos, mas anos anteriores não tinha nem blogueiros abrindo espaço para os nacionais e os defendendo com garra. Isso é muito bom. Eu acho que faltam os BookTuber também entrar nessa onde e falar mais sobre os livros nacionais. Isso com certeza seria de ajuda para nós autores nacionais.



Blog: O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Márcia: Mais incentivo do Ministério da Cultura. Ter mais eventos como a Bienal, mas não com tanta pompa, e em lugar diferentes das cidades.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Márcia: Eu quero agradecer a todos os leitores/blogueiros que me ajudam com a divulgação dos meus livros. Dizer que eu amo cada Feedback que vocês dão aos meus livros. Estou muito feliz por poder dizer que vocês não são só leitores dos meus livros, mas meus amigos. Em breve, mais livros.


Contatos/links da Márcia Pimentel
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